quarta-feira, 30 de junho de 2010

SHELL FARÁ ENCONTRO COM COMUNIDADE DE PESCA EM ATAFONA E TRARÁ MAQUETE DE PLATAFORMA INTERATIVA

A Assessoria de comunicação da Shell, empresa estrangeira de exploração de petróleo e gás na Bacia de Campos, está visitando São João da Barra para convidar as entidades a participarem de um encontro que será realizado dia 17 de julho de 2010 em Atafona, na antiga escola municipal "Peixinho". Segundo Márcia Penna, uma das componentes da assessoria, o encontro prevê a disseminação de informações aos pescadores quanto à operação dos campos Bijupirá, Salema e Parque das Conchas. Serão distribuídos materiais didáticos com orientação para se evitarem acidentes de embarcações com plataformas, como flyers, cartilhas e outros. O encontro, que será muito divulgado na mídia local através das rádios e carros de som, propiciará um canal aberto com os steakholders (ongs, comunidades, clientes, fornecedores) na difusão dos serviços que vem sendo desenvolvidos pela Shell na Região Norte Fluminense. Entre as atrações do evento, contará com um belo serviço de alimentação do público presente e também uma maquete interativa de operação de uma plataforma em alto mar. Imperdível. CONHEÇA OS PROJETOS DA SHELL QUE SERÃO DEBATIDOS EM ATAFONA Campos petrolíferos: * Bijupirá e Salema * Parque das Conchas (BC-10) A Shell tem duas plataformas de petróleo em operação, ambas na Bacia de Campos: o FPSO Espírito Santo, que tem capacidade para armazenar 1,5 milhão de barris/dia e processa o óleo extraído do Parque das Conchas; e o FPSO Fluminense, em operação desde 2003, cuja capacidade de armazenamento é de 1,3 milhão de barris/dia e relaciona-se aos campos de Bijupirá e Salema (RJ). Juntas, as plataformas produziram cerca de 9,22 milhões de barris de óleo e 119 milhões de metros cúbicos de gás em 2009. Bijupirá e Salema Plataforma em Bijupirá e Salema. Bijupirá e Salema foi a primeira área de desenvolvimento nas águas brasileiras operada por uma empresa estrangeira. Os campos de Bijupirá e Salema estão localizados no litoral Norte Fluminense, a aproximadamente 295 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. A Shell é a operadora dos campos, com 80% de participação na iniciativa, e tem a Petrobras como parceira. A plataforma "FPSO Fluminense" é utilizada para a produção, armazenagem e transferência de petróleo e gás dos campos. Dados sobre o projeto: * Início da produção: agosto de 2003 * Localização: Bacia de Campos * Lâmina d´água: 400-870 m * Participação: Shell 80% | Petrobras 20% * Poços Produtores: 9 (7 em Bijupirá e 2 em Salema) * Injetores: 6 (4 em Bijupirá e 2 em Salema) * Gravidade do óleo: 28º - 31º API Parque das Conchas (BC-10) FPSO-ES no Parque das Conchas A plataforma FPSO-ES, fabricada em Singapura, é responsável pela produção no Parque das Conchas. A Shell descobriu quatro campos no bloco BC-10, que receberam os nomes de Argonauta, Ostra, Abalone e Nautilus, e formam o chamado Parque das Conchas. Em dezembro de 2005 foi declarada a comercialidade dos campos. O bloco está localizado na Bacia de Campos, litoral do Espírito Santo, a aproximadamente 110 Km da costa. A Shell é operadora do bloco com 50% de participação e tem a Petrobras (35%) e a ONGC (15%) como parceiras. A plataforma flutuante de produção, estocagem e transferência (FPSO-ES) Espírito Santo, com mais de 330 metros de comprimento, pode ser considerada o "coração" do projeto. A embarcação, fabricada em Singapura, chegou ao litoral brasileiro em dezembro de 2008 e tem capacidade para processamento diário de 100 mil barris de petróleo e 1,4 milhão de metros cúbicos de gás natural. Em julho de 2009, a Shell iniciou a produção nos múltiplos campos que formam o Parque das Conchas. Dados sobre o projeto: * Campos: Abalone, Ostra, Argonauta e Nautilus * Localização: Bacia de Campos * Lâmina d´água: 1500-2000 m * Participação: Shell 50% | Petrobras 35% | ONGC 15% * Gravidade do óleo: 16º - 24º API Destaques de tecnologia do projeto * O Parque das Conchas é o primeiro projeto em que todos os campos são desenvolvidos com base no sistema de separação e bombeio submarinos de petróleo e gás. * A profundidade da água suscitou a necessidade de diminuição do peso e o desenvolvimento de risers com flutuadores — tubos flexíveis com quilômetros de extensão que ancoram o FPSO. * A geologia dos campos com formações dispersas demandou a utilização de poços horizontais a fim de otimizar a produção. * Para manter o fluxo do óleo pesado (API 16° - 42°), o FPSO, com capacidade de gerar 68 megawatts de potência, é responsável pela alimentação de energia para os sistemas de separação e bombeamento de alta pressão nas águas profundas através de grandes umbilicais elétricos. * Com o objetivo de evitar queima e reduzir emissões de CO2, o gás natural produzido com o óleo vai ser separado e bombeado de volta para o interior do campo de Ostra até que o gasoduto de exportação esteja completo. Fonte: www.shell.com.br

Um comentário:

Arturo Meio Ambiente disse...

Caro amigo, bom dia!quando vc falou da materia sobre baleia morta no Açu, eu fiquei preocupado. vc desculpe, as fotos são de 2008, são fotos do Blog antigo e meu filho colocou neste Blog e criou um texto, só que colocou as datas de 2010, vou colocar uma nota no Blog repando o erro, grato péla observação. Um abraço.